Conselheiros da Ponte Preta pedem afastamento de presidente na Justiça

Ação questiona elegibilidade de Luiz Antônio Alves Torrano após irregularidades

Globo Esporte
📍 Alagoas
Conselheiros da Ponte Preta pedem afastamento de presidente na Justiça
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Em resumo

O que aconteceu
Após uma derrota para o CRB, conselheiros da Ponte Preta entraram com uma ação judicial pedindo o afastamento de Luiz Antônio Alves Torrano. A alegação central é que ele não poderia assumir a presidência devido a irregularidades em sua condição associativa.
Onde aconteceu
Comarca de Campinas, São Paulo
Quem foi afetado
Luiz Antônio Alves Torrano, atual presidente da Ponte Preta, é o principal afetado pela ação. Os conselheiros que protocolaram a ação buscam garantir a conformidade estatutária do clube.
Impactos
A ação pode resultar na destituição de Torrano e na anulação de sua candidatura à presidência. Além disso, pode gerar uma reestruturação no Conselho Deliberativo da Ponte Preta.
Situação atual
A Ponte Preta ainda não se manifestou oficialmente sobre a ação. Os próximos passos incluem a análise do processo pela Justiça e possíveis repercussões na administração do clube.

# Conselheiros da Ponte Preta pedem afastamento de presidente na Justiça

Um grupo de oito conselheiros da Ponte Preta protocolou uma ação judicial pedindo o afastamento imediato de Luiz Antônio Alves Torrano da presidência do clube. O processo foi apresentado na 5ª Vara Cível da Comarca de Campinas e alega que Torrano não atende aos requisitos de elegibilidade estabelecidos pelo Estatuto Social da Ponte Preta. A ação é conduzida pelos advogados João Felipe Artioli e Reginaldo Ezarchi.

Motivos da Ação

A ação foi motivada após uma derrota da Ponte Preta para o CRB e aponta irregularidades na condição associativa de Torrano. Os conselheiros afirmam que ele não poderia assumir a presidência devido a sua exclusão do quadro de conselheiros em 2021. Essa exclusão foi aceita pelo então presidente do Conselho Deliberativo, Tagino Alves dos Santos.

Os principais pontos levantados na ação incluem:

  • Irregularidade na eleição: Torrano foi eleito presidente em dezembro de 2022, mas sua exclusão anterior o torna inelegível.
  • Retorno não formal: A reintegração de Torrano ao quadro associativo em janeiro de 2023 ocorreu sem um pedido formal e sem sua presença na reunião do Conselho Deliberativo.
  • Prazo de retorno não respeitado: O estatuto da Ponte Preta exige um período mínimo de três anos para que um associado excluído possa retornar, o que não foi cumprido no caso de Torrano.

Consequências da Ação

A ação judicial pode resultar na destituição de Torrano e na anulação de sua candidatura à presidência. Além disso, pode provocar uma reestruturação no Conselho Deliberativo da Ponte Preta, afetando a dinâmica interna do clube.

Os advogados argumentam que, mesmo que Torrano tenha sido reintegrado, ele não cumpre os requisitos necessários para concorrer à presidência. O Estatuto da Ponte Preta, atualizado em 2023, exige que candidatos ao cargo máximo da diretoria executiva tenham pelo menos 12 anos consecutivos de associação. Como houve uma interrupção entre 2021 e 2023, a defesa dos conselheiros sustenta que Torrano só poderia se candidatar novamente a partir de 2035.

Situação Atual

Até o momento, a Ponte Preta não se manifestou oficialmente sobre a ação. A expectativa é que a Justiça analise o processo em breve, o que pode trazer repercussões significativas para a administração do clube. A situação está gerando grande expectativa entre os torcedores e associados, que aguardam um posicionamento claro sobre o futuro da presidência.

Com os bastidores do Moisés Lucarelli em ebulição, a Ponte Preta enfrenta um momento decisivo em sua história. O desfecho dessa ação judicial poderá definir não apenas a continuidade de Torrano na presidência, mas também o futuro da gestão do clube nos próximos anos.

Perguntas Frequentes

Por que os conselheiros da Ponte Preta pediram o afastamento do presidente?

Os conselheiros alegam que Luiz Antônio Alves Torrano não atende aos requisitos de elegibilidade do Estatuto Social do clube, pois foi excluído do quadro de conselheiros em 2021 e sua reintegração não seguiu os procedimentos formais exigidos.

Quais são as irregularidades apontadas na eleição de Torrano?

As irregularidades incluem a inelegibilidade de Torrano devido à sua exclusão anterior, a falta de um pedido formal para sua reintegração e o não cumprimento do prazo mínimo de três anos para retorno, conforme estipulado pelo estatuto do clube.

O que pode acontecer com a ação judicial contra Torrano?

A ação pode resultar na destituição de Torrano da presidência e na anulação de sua candidatura, além de provocar uma reestruturação no Conselho Deliberativo da Ponte Preta, impactando a administração do clube.

Qual é a exigência do Estatuto da Ponte Preta para candidatos à presidência?

O Estatuto exige que candidatos ao cargo máximo da diretoria executiva tenham pelo menos 12 anos consecutivos de associação, o que, no caso de Torrano, significa que ele só poderia se candidatar novamente a partir de 2035 devido à sua interrupção entre 2021 e 2023.

A Ponte Preta já se manifestou sobre a ação judicial?

Até o momento, a Ponte Preta não se manifestou oficialmente sobre a ação, e a expectativa é que a Justiça analise o processo em breve, gerando grande expectativa entre torcedores e associados.

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