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Cláudio Castro assina contrato de trens urbanos sob investigação da PF

Novo consórcio de trens no RJ envolve fundos da Planner, alvo de operação policial

G1 — Brasil
📍 Amapá
Cláudio Castro assina contrato de trens urbanos sob investigação da PF
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Em resumo

O que aconteceu
Cláudio Castro firmou um contrato com a Nova Via Mobilidade para operar os trens urbanos do Rio. O consórcio é vinculado à Planner Corretora, alvo de uma operação da Polícia Federal.
Onde aconteceu
Rio de Janeiro, Região Metropolitana
Quem foi afetado
Mais de 300 mil passageiros que utilizam os trens diariamente estão diretamente afetados. A operação da Planner Corretora e seus investidores também estão sob investigação.
Impactos
O novo contrato promete melhorias no transporte, mas a confiança é prejudicada pela investigação da PF. A situação pode afetar a continuidade dos investimentos planejados.
Situação atual
A Nova Via Mobilidade já iniciou suas atividades e deve assumir a operação completa em junho. A Polícia Federal continua a apuração das irregularidades relacionadas à Planner.

# Cláudio Castro Assina Contrato de Trens Urbanos Sob Investigação da PF

Em uma decisão polêmica, Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, firmou um contrato com a Nova Via Mobilidade. A empresa substituirá a SuperVia na operação dos trens urbanos da Região Metropolitana. Essa assinatura ocorreu apenas dias antes de sua renúncia e em meio a uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre irregularidades ligadas à Planner Corretora, que gerencia fundos do consórcio.

Contexto da Assinatura

O contrato, que promete trazer R$ 600 milhões em investimentos para o sistema de transporte, levanta preocupações entre os mais de 300 mil passageiros que utilizam os trens diariamente. A Nova Via Mobilidade já iniciou suas atividades e deve assumir completamente a operação em junho deste ano.

A expectativa é que o novo modelo de gestão traga melhorias significativas, mas a confiança na gestão é abalada pelo escândalo em curso. A PF está investigando a Planner Corretora, que é acusada de atuar como um “anteparo” para irregularidades financeiras, especialmente relacionadas ao Rioprevidência.

Investigação da Polícia Federal

A operação da PF, realizada na última terça-feira (26), mira não só Cláudio Castro, mas também ex-diretores do Rioprevidência e a própria Planner Corretora. A acusação é de que a corretora facilitou fraudes em investimentos do Rioprevidência no Banco Master, beneficiando operadores envolvidos nas irregularidades.

A Procuradoria-Geral da República também está de olho na Planner, que, segundo investigações, teria operacionalizado uma estrutura ilícita. O consórcio que venceu a concorrência para operar os trens é o único interessado e é controlado por dois fundos de investimento geridos pela Planner: o Magna Fundo de Investimento e o Nova Via Fundo de Investimento.

Reações e Implicações

A Planner Corretora se defendeu, afirmando que a contratação e a estruturação dos fundos foram iniciativas exclusivas dos investidores privados, sem qualquer ingerência sobre a operação ferroviária. No entanto, a situação gera incertezas sobre a continuidade dos investimentos planejados e a confiança na nova gestão.

Diante desse cenário, a população e os usuários do transporte público permanecem apreensivos. A promessa de melhorias no sistema ferroviário do Rio de Janeiro agora é ofuscada pela investigação em curso, que pode impactar diretamente a operação e a qualidade do serviço.

A expectativa é que a Nova Via Mobilidade consiga manter seus compromissos, mas a pressão da investigação da PF pode gerar desdobramentos que afetem a confiança pública e a continuidade das melhorias prometidas. Com a operação já em andamento, a população aguarda respostas e ações concretas que garantam um transporte urbano mais eficiente e seguro.

Para mais atualizações sobre este caso e outros assuntos do Rio de Janeiro, fique atento às notícias em tempo real.

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Perguntas Frequentes

Qual é o objetivo do contrato assinado por Cláudio Castro com a Nova Via Mobilidade?

O contrato visa substituir a SuperVia na operação dos trens urbanos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, trazendo R$ 600 milhões em investimentos para o sistema de transporte.

Por que o contrato está sob investigação da Polícia Federal?

A investigação da PF se concentra em irregularidades ligadas à Planner Corretora, que gerencia fundos do consórcio vencedor da concorrência, e é acusada de facilitar fraudes em investimentos do Rioprevidência.

Quando a Nova Via Mobilidade deve assumir completamente a operação dos trens?

A Nova Via Mobilidade deve assumir completamente a operação dos trens em junho deste ano, após já ter iniciado suas atividades.

Quais são as preocupações dos usuários em relação a essa mudança na operação dos trens?

Os mais de 300 mil passageiros que utilizam os trens diariamente estão apreensivos com a possibilidade de que a investigação em curso impacte a continuidade dos investimentos planejados e a qualidade do serviço.

Como a Planner Corretora se defendeu das acusações?

A Planner Corretora afirmou que a contratação e a estruturação dos fundos foram iniciativas exclusivas dos investidores privados, sem qualquer ingerência sobre a operação ferroviária.

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