Morador é agredido por guarda ao reclamar de som alto de igreja em SC

Pai de criança autista denuncia violência após pedir redução de barulho em Balneário Camboriú

G1 — Brasil
📍 Acre
Morador é agredido por guarda ao reclamar de som alto de igreja em SC
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Em resumo

O que aconteceu
Tiago Alves foi agredido por um guarda municipal após reclamar do som alto de uma igreja em Balneário Camboriú. A agressão ocorreu em 18 de maio, quando ele tentou dialogar sobre o barulho que afeta seu filho autista.
Onde aconteceu
Balneário Camboriú, Santa Catarina
Quem foi afetado
Tiago Alves, morador da cidade, e seu filho de 9 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O menino sofre com a hipersensibilidade a ruídos, o que agrava sua condição emocional.
Impactos
A agressão física e o estresse causado pelo som alto têm afetado a saúde mental da criança, que apresenta crises de ansiedade e irritabilidade. A situação também gerou um debate sobre os direitos das pessoas com TEA e a poluição sonora.
Situação atual
A Guarda Municipal instaurou um procedimento administrativo para investigar o caso, enquanto o agressor foi afastado das ruas. O processo judicial sobre a poluição sonora da igreja está em andamento, com medidas de adequação acústica sendo monitoradas.

# Morador é agredido por guarda ao reclamar de som alto de igreja em SC

Um morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, foi agredido por um guarda municipal de folga ao reclamar do som alto de uma igreja evangélica. O incidente ocorreu no dia 18 de maio e gerou grande repercussão nas redes sociais. Tiago Alves, pai de um menino autista, afirmou que o barulho excessivo afeta a saúde mental do filho, que apresenta hipersensibilidade a ruídos.

O Caso

Tiago Alves, que vive próximo à igreja há 20 anos, relatou que a situação de poluição sonora se arrasta há cerca de quatro anos. Seu filho, de 9 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sofre com a intensidade do som. Segundo Tiago, o barulho deixa a criança agredida por guarda municipal ao reclamar de som alto em igreja muito ansiosa e prejudica seu desenvolvimento.

Além disso, a comunidade local também se mobilizou para discutir a questão da poluição sonora e seus impactos na saúde mental dos moradores. O caso de Tiago Alves é um exemplo de como a falta de regulamentação sobre o volume de som em eventos religiosos pode afetar a qualidade de vida de quem vive nas proximidades.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com o morador em Balneário Camboriú?

Um morador chamado Tiago Alves foi agredido por um guarda municipal de folga ao reclamar do som alto de uma igreja evangélica. O incidente ocorreu em 18 de maio e gerou repercussão nas redes sociais.

Por que o som alto da igreja é um problema para Tiago Alves?

Tiago Alves é pai de um menino autista que apresenta hipersensibilidade a ruídos. O barulho excessivo afeta a saúde mental do filho, causando ansiedade e prejudicando seu desenvolvimento.

Há quanto tempo Tiago Alves enfrenta problemas com o som alto?

Tiago Alves relata que a situação de poluição sonora se arrasta há cerca de quatro anos, afetando sua qualidade de vida e a de sua família.

Como a comunidade reagiu ao incidente?

A comunidade local se mobilizou para discutir a questão da poluição sonora e seus impactos na saúde mental dos moradores, evidenciando a necessidade de regulamentação sobre o volume de som em eventos religiosos.

Qual é a importância da regulamentação sobre o som em eventos religiosos?

A regulamentação é importante para garantir a qualidade de vida dos moradores que vivem nas proximidades de igrejas e outros locais de eventos, evitando conflitos e protegendo a saúde mental de pessoas sensíveis a ruídos.

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