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Moradores de Sorocaba propõem alternativa para evitar desmatamento na Marginal do Itanguá

Proposta foi ignorada pela Prefeitura, que segue com obras polêmicas na região.

G1 — Brasil
📍 Acre
Moradores de Sorocaba propõem alternativa para evitar desmatamento na Marginal do Itanguá
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Em resumo

O que aconteceu
Moradores de Sorocaba apresentaram uma proposta para preservar a vegetação na Marginal do Itanguá. A Prefeitura, no entanto, não deu retorno desde julho de 2025.
Onde aconteceu
Sorocaba, São Paulo, Brasil.
Quem foi afetado
Os moradores do bairro Jardim São Paulo e comunidades vizinhas estão preocupados com os impactos ambientais e de mobilidade da obra. Eles se organizaram para apresentar alternativas que minimizem os danos.
Impactos
A construção da nova marginal pode resultar em desmatamento significativo e não atender às promessas de melhoria na mobilidade urbana. A proposta alternativa dos moradores visa preservar uma área de 82.877,62 m² de vegetação.
Situação atual
Atualmente, as obras seguem sem a devida consulta aos moradores. A gestão municipal deve se pronunciar sobre a proposta alternativa apresentada, mas até o momento não houve comunicação.

# Moradores de Sorocaba Apresentam Proposta para Evitar Desmatamento na Marginal do Itanguá

Moradores da zona oeste de Sorocaba, São Paulo, estão se mobilizando para evitar o desmatamento na Marginal do Itanguá. Uma proposta alternativa foi apresentada à Prefeitura, que não se manifestou desde julho de 2025. A situação gerou um abaixo-assinado com mais de sete mil assinaturas contra a obra.

Proposta e Mobilização da Comunidade

Os residentes do bairro Jardim São Paulo e comunidades vizinhas estão preocupados com os impactos ambientais e de mobilidade que a construção da nova via pode causar. Eles alegam que a gestão municipal não os consultou adequadamente, mesmo após reuniões anteriores com o prefeito Rodrigo Manga, que ocorreram até fevereiro de 2024.

A nova via da marginal, conforme o plano da prefeitura, deve se estender da Avenida Santa Cruz até a Rua Ângelo Pupin, cruzando com a Avenida Dr. Luiz Mendes de Almeida, onde há uma significativa área verde. A proposta alternativa dos moradores busca preservar uma área de 82.877,62 m² de vegetação, crucial para o ecossistema local.

  • Impactos da obra:
  • Desmatamento significativo.
  • Promessas de melhoria na mobilidade urbana não atendidas.
  • Aumento do tráfego e possíveis engarrafamentos.

Críticas ao Projeto Atual

Os moradores criticam a proposta da nova marginal, que, segundo eles, não trará os benefícios esperados de mobilidade. A ampliação da via em alguns trechos para três faixas não será suficiente, já que na chegada à Avenida Dr. Luiz Mendes de Almeida, os veículos terão apenas duas faixas de tráfego.

Uma moradora, que preferiu não ser identificada, destacou que a nova configuração pode gerar congestionamentos. “O trânsito vai vir e vai cair numa via que não vai suportar o fluxo e vai engarrafar”, afirmou. Em outubro de 2025, os moradores apresentaram um estudo alternativo que visa proteger a vegetação local.

Falta de Comunicação com a Prefeitura

Desde a última reunião com a Secretaria de Parcerias em julho de 2025, os moradores não receberam mais informações sobre o andamento do projeto. A falta de diálogo com a gestão municipal tem gerado frustração e descontentamento na comunidade.

A mobilização dos moradores não é recente. Em julho de 2023, eles já haviam coletado mais de sete mil assinaturas em um abaixo-assinado pedindo alterações no projeto da nova marginal. A comunidade se uniu especialmente em torno de um condomínio residencial que está diretamente afetado pela obra.

  • Histórico de mobilização:
  • Abaixo-assinado com mais de sete mil assinaturas.
  • Reuniões com a prefeitura sem retorno.
  • Estudo alternativo apresentado em outubro de 2025.

Conclusão

A situação na Marginal do Itanguá em Sorocaba é um exemplo de como a mobilização comunitária pode influenciar decisões de políticas públicas. Os moradores estão determinados a proteger a vegetação local e garantir que suas vozes sejam ouvidas. A expectativa é que a Prefeitura se pronuncie sobre a proposta alternativa em breve, mas até agora, a falta de comunicação continua a ser um ponto crítico.

A luta pela preservação ambiental e por uma mobilidade urbana eficiente segue em pauta, e a comunidade de Sorocaba aguarda um posicionamento da gestão municipal sobre o futuro da Marginal do Itanguá.

Perguntas Frequentes

Qual é a proposta dos moradores de Sorocaba para evitar o desmatamento na Marginal do Itanguá?

Os moradores propuseram uma alternativa que visa preservar uma área de 82.877,62 m² de vegetação, crucial para o ecossistema local. Eles acreditam que a construção da nova via causará desmatamento significativo e impactos negativos na mobilidade urbana.

O que motivou a mobilização dos moradores?

A mobilização foi motivada pela preocupação com os impactos ambientais e de mobilidade que a construção da nova via pode causar. Além disso, os moradores sentem que não foram adequadamente consultados pela gestão municipal.

Quais são as críticas dos moradores em relação ao projeto da nova marginal?

Os moradores criticam que a ampliação da via não trará os benefícios esperados de mobilidade, já que em alguns trechos a via terá apenas duas faixas, o que pode gerar congestionamentos. Eles também apontam que as promessas de melhoria na mobilidade urbana não estão sendo atendidas.

Como os moradores estão se mobilizando contra o projeto?

Os moradores estão se mobilizando por meio de um abaixo-assinado, que já coletou mais de sete mil assinaturas, e apresentaram um estudo alternativo em outubro de 2025 para proteger a vegetação local. A falta de comunicação da Prefeitura também tem gerado descontentamento na comunidade.

Qual é a situação atual da comunicação entre os moradores e a Prefeitura?

Desde a última reunião com a Secretaria de Parcerias em julho de 2025, os moradores não receberam mais informações sobre o andamento do projeto. Essa falta de diálogo tem gerado frustração e descontentamento entre os residentes.

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