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Drones são responsáveis por 80% da entrada de ilícitos no Iapen, Amapá

Diretor do Iapen alerta sobre vulnerabilidades no espaço aéreo da penitenciária

G1 — Brasil
📍 Amapá
Drones são responsáveis por 80% da entrada de ilícitos no Iapen, Amapá
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Em resumo

O que aconteceu
A 11ª fase da Operação Mute revelou que drones são responsáveis por 80% da entrada de ilícitos no Iapen. Quatro pessoas foram presas e um detento foi identificado como destinatário das encomendas.
Onde aconteceu
Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), Macapá, Amapá.
Quem foi afetado
Facções criminosas estão utilizando tecnologia avançada para driblar a fiscalização. O diretor do Iapen, Luiz Carlos Gomes, alertou sobre a crescente vulnerabilidade do espaço aéreo da penitenciária.
Impactos
A operação visa desmantelar redes de comunicação e tráfico de drogas dentro do presídio. A apreensão de drones e outros dispositivos tecnológicos pode reduzir a atuação das facções criminosas.
Situação atual
A polícia continua investigando o esquema de distribuição de ilícitos. A Operação Mute e a Operação Protetor seguem em andamento para fortalecer a segurança no Iapen.

# Drones são responsáveis por 80% da entrada de ilícitos no Iapen, Amapá

A 11ª fase da Operação Mute, finalizada em 22 de setembro, revelou que drones são os principais responsáveis pela entrada de materiais ilícitos no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). De acordo com o diretor do Iapen, Luiz Carlos Gomes, cerca de 80% dos itens proibidos que chegam ao presídio são transportados por essas aeronaves não tripuladas. A polícia prendeu quatro pessoas e identificou um detento como destinatário das encomendas.

Ameaça crescente à segurança prisional

A operação foi realizada para desmantelar redes de comunicação entre presos e o mundo exterior. Durante as investigações, foram apreendidos drones, relógios inteligentes e celulares, dispositivos que têm se tornado ferramentas cruciais para facções criminosas. Gomes destacou que, anteriormente, os celulares eram o principal problema, mas agora os drones representam uma nova e significativa ameaça à segurança do Iapen.

  • Drones: 80% dos ilícitos entram por esse meio.
  • Celulares: Eram a principal preocupação, com 300 apreensões em uma fase anterior da operação.
  • Relógios inteligentes: Pequenos e discretos, têm funções semelhantes aos celulares.

Com a participação de mais de 120 policiais, a operação revistou 60 celas e transferiu 550 detentos. A investigação, que durou dois meses, culminou na identificação de uma rede de distribuição de ilícitos, com os envolvidos respondendo por organização criminosa e tráfico de drogas.

O que foi apreendido?

A polícia localizou um veículo próximo ao Iapen que continha:

  • Drones
  • Relógios inteligentes
  • Dinheiro
  • Carregadores
  • Celulares

Esses itens foram encontrados durante a abordagem a um grupo suspeito, que estava tentando levar os materiais para dentro do presídio. O secretário de Justiça e Segurança Pública do Amapá, Cezar Vieira, informou que cada integrante do grupo tinha uma função específica no esquema de distribuição.

Continuação das investigações

As forças de segurança continuam a investigar o esquema de distribuição de ilícitos. A Operação Mute, juntamente com a Operação Protetor, visa fortalecer a segurança no Iapen e reduzir a atuação das facções criminosas. A apreensão de drones e outros dispositivos tecnológicos é um passo importante para combater a comunicação ilegal dentro do presídio.

A situação no Iapen é alarmante, e as autoridades estão cientes de que a tecnologia utilizada por facções criminosas representa uma vulnerabilidade crescente. As operações em andamento são essenciais para desmantelar essas redes e garantir a segurança tanto dos detentos quanto dos agentes penitenciários.

A luta contra o crime organizado no Amapá está longe de acabar, e as operações de segurança continuarão a ser intensificadas para enfrentar essa nova realidade de ameaças tecnológicas.

Conclusão

A utilização de drones para transportar ilícitos para o Iapen é um reflexo da inovação das facções criminosas. O desafio das autoridades é encontrar formas eficazes de mitigar essa prática e restaurar a segurança no sistema prisional. O trabalho conjunto das forças de segurança é fundamental para enfrentar essa batalha e proteger a sociedade.

Perguntas Frequentes

Como os drones estão sendo usados para contrabando no Iapen?

Os drones são utilizados para transportar materiais ilícitos, representando 80% da entrada desses itens no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá. Eles facilitam a comunicação entre presos e o mundo exterior, tornando-se uma nova ameaça à segurança prisional.

Quais itens foram apreendidos durante a Operação Mute?

Durante a Operação Mute, foram apreendidos drones, relógios inteligentes, celulares, dinheiro e carregadores. Esses itens foram encontrados em um veículo próximo ao Iapen, que estava sendo utilizado por um grupo suspeito para contrabando.

Qual foi o impacto da Operação Mute na segurança do Iapen?

A Operação Mute resultou na identificação de uma rede de distribuição de ilícitos e na prisão de quatro pessoas. A operação também envolveu a revista de 60 celas e a transferência de 550 detentos, visando desmantelar a comunicação entre presos e facções criminosas.

Por que os drones são considerados uma ameaça maior do que os celulares?

Os drones são considerados uma ameaça maior porque, além de transportarem itens ilícitos, têm se tornado ferramentas cruciais para facções criminosas. Enquanto os celulares eram a principal preocupação anteriormente, os drones agora representam um novo desafio para a segurança do Iapen.

O que as autoridades estão fazendo para combater o uso de drones no contrabando?

As autoridades estão intensificando as investigações e operações, como a Operação Mute, para desmantelar redes de contrabando e fortalecer a segurança no Iapen. A apreensão de drones e outros dispositivos tecnológicos é um passo importante nesse combate.

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