PF e CGU desvendam esquema de descontos ilegais no INSS em nova operação
Investigação abrange núcleos em Brasília, São Paulo e Garanhuns
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Em resumo
- O que aconteceu
- A PF e a CGU iniciaram uma nova fase de investigações sobre descontos ilegais no INSS. A operação abrange núcleos em Brasília, São Paulo e Garanhuns.
- Onde aconteceu
- As investigações ocorrem em Brasília (DF), São Paulo (SP) e Garanhuns (PE).
- Quem foi afetado
- Entidades como UNIBAP e ABENPREV estão sob investigação, assim como servidores do INSS. Nomes como Gutemberg Tito de Souza e Rogério Soares de Souza são citados.
- Impactos
- O esquema pode ter causado prejuízos significativos ao INSS e à previdência social. A investigação busca evitar a venda de bens de forma fraudulenta.
- Situação atual
- As investigações estão em andamento, com alguns alvos já enfrentando medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. A PF e a CGU continuam a apurar os fatos.
# PF e CGU Revelam Esquema de Descontos Ilegais no INSS
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deram início a uma nova fase de investigações sobre um esquema de descontos ilegais envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A operação se concentra em três núcleos regionais: Brasília, São Paulo e Garanhuns. Os alvos principais incluem entidades e servidores suspeitos de causar prejuízos significativos ao sistema previdenciário brasileiro.
Investigação em Brasília
No núcleo de Brasília, as entidades UNIBAP e ABENPREV estão sob investigação. Elas são suspeitas de firmar acordos de cooperação com o INSS, resultando em descontos indevidos em benefícios previdenciários. Entre os nomes citados nas apurações estão:
- Gutemberg Tito de Souza
- Zacarias Canuto Sobrinho
- Cleiton dos Santos Medeiros
- Daniel Gerber
- Alexandre Caetano
- Carlos Henrique da Rocha Gonçalves
Esses indivíduos são apontados como articuladores e intermediários ligados à administração das associações investigadas. Além disso, reportagens anteriores mencionaram uma assessoria prestada por um filho do ex-ministro Onyx Lorenzoni à UNIBAP, o que adiciona uma camada de complexidade à investigação.
Núcleo Paulista e o Grupo
A situação em São Paulo também levanta preocupações, especialmente em relação a possíveis conivências entre servidores e entidades. A investigação da PF e da CGU pode se assemelhar a outros casos de corrupção, como o que levou a OAB-PR a solicitar o afastamento de um desembargador por suspeita de corrupção, conforme noticiado.
Além disso, a transparência nas ações do governo é crucial, especialmente em momentos de crise, como o que foi discutido na Câmara dos Deputados, onde o Ministro da Justiça esclareceu questões relacionadas a investigações em andamento, conforme reportado.
Perguntas Frequentes
Quais entidades estão sendo investigadas na operação da PF e CGU?
As entidades UNIBAP e ABENPREV estão sob investigação no núcleo de Brasília, suspeitas de firmar acordos de cooperação com o INSS que resultaram em descontos indevidos em benefícios previdenciários.
Quem são os principais alvos da investigação?
Os principais alvos incluem indivíduos como Gutemberg Tito de Souza, Zacarias Canuto Sobrinho, e Cleiton dos Santos Medeiros, entre outros, que são apontados como articuladores e intermediários ligados às associações investigadas.
Qual é a importância da transparência nas ações do governo durante investigações?
A transparência é crucial para manter a confiança pública, especialmente em momentos de crise, e permite que a sociedade acompanhe as ações do governo e as investigações em andamento, como discutido na Câmara dos Deputados.
Como a investigação em São Paulo se relaciona com casos de corrupção anteriores?
A investigação em São Paulo levanta preocupações sobre possíveis conivências entre servidores e entidades, semelhante a outros casos de corrupção que resultaram em pedidos de afastamento de autoridades, como o caso do desembargador mencionado.
Qual é o papel da PF e da CGU nessa operação?
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União estão conduzindo a operação para desmantelar o esquema de descontos ilegais no INSS, visando responsabilizar os envolvidos e proteger o sistema previdenciário brasileiro.

