Polícia Civil de AL solicita quebra de sigilo em caso de duplo homicídio
Investigação apura morte de dois policiais por colega em Delmiro Gouveia

Em resumo
- O que aconteceu
- A Polícia Civil de Alagoas solicitou a quebra do sigilo telemático de três policiais. Gildate Goes é suspeito de matar Yago Gomes e Denivaldo Jardel dentro de uma viatura.
- Onde aconteceu
- Delmiro Gouveia, Sertão de Alagoas.
- Quem foi afetado
- As vítimas, Yago Gomes e Denivaldo Jardel, eram policiais civis. O crime impactou suas famílias e a corporação, que está de luto.
- Impactos
- O caso levanta questões sobre a segurança e a saúde mental dos policiais. A comunidade local também está em choque com a tragédia.
- Situação atual
- Gildate Goes permanece preso e a investigação segue sob a supervisão de uma comissão de delegados. A PCAL aguarda a autorização judicial para acessar os dados dos celulares envolvidos.
# Polícia Civil de Alagoas Solicita Quebra de Sigilo em Caso de Duplo Homicídio
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) pediu à Justiça a quebra do sigilo telemático de três policiais envolvidos em um trágico caso de duplo homicídio. O principal suspeito, Gildate Goes, de 61 anos, é acusado de ter assassinado seus colegas Yago Gomes, de 33, e Denivaldo Jardel, de 47, dentro de uma viatura em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas. O crime ocorreu há uma semana e chocou a comunidade local.
Detalhes do Crime
O incidente aconteceu quando os policiais retornavam de uma ocorrência. Gildate, que estava no banco traseiro da viatura, teria sofrido um surto e disparado contra Yago e Denivaldo. As vítimas, ambos policiais civis, foram encontradas sem vida na Rua Floriano Peixoto, no centro da cidade.
De acordo com a PCAL, a medida de quebra de sigilo tem como objetivo acessar, extrair e analisar dados dos celulares de Gildate e das vítimas. Essa ação é considerada essencial para esclarecer as circunstâncias do crime, que está sendo tratado como um duplo homicídio.
Investigação em Andamento
Gildate Goes permanece preso e a investigação está sob a supervisão de uma comissão de delegados. Os responsáveis incluem:
- Eduardo Mero, delegado-geral adjunto;
- Antônio Carlos Lessa, diretor de Polícia da Região do Sertão;
- Sidney Tenório, diretor da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP);
- Flávio Dutra, coordenador das delegacias de homicídios do interior.
A PCAL aguarda autorização judicial para acessar os dados dos celulares, que podem trazer novas informações sobre o que realmente aconteceu na viatura. O caso levanta questões sérias sobre a saúde mental dos policiais e a segurança no exercício de suas funções, como observado em outros casos de violência, como o homicídio em Ribeirão Preto.
Repercussão e Luto na Corporação
O crime impactou profundamente as famílias das vítimas e a corporação, que está de luto. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) emitiu uma nota lamentando a tragédia e expressando solidariedade às famílias de Yago e Denivaldo. A comunidade local também está em choque, refletindo sobre a segurança e o bem-estar dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública.
A Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar a perícia nos corpos e na viatura onde o crime ocorreu. A investigação continua em andamento, com a expectativa de que novas informações possam ser reveladas em breve, assim como em outros casos de violência, como o caso de um homem preso por estuprar uma idosa em Alagoas.
Conclusão
O caso de duplo homicídio em Delmiro Gouveia é um lembrete sombrio dos desafios enfrentados pelos policiais no Brasil. A busca por justiça e esclarecimento continua, enquanto as autoridades trabalham para entender as motivações que levaram a esse ato de violência extrema entre colegas de farda. A sociedade aguarda respostas e a certeza de que medidas serão tomadas para garantir a segurança e o bem-estar dos profissionais de segurança pública.
Perguntas Frequentes
O que aconteceu no caso de duplo homicídio em Alagoas?
No caso de duplo homicídio em Alagoas, o policial Gildate Goes é acusado de assassinar seus colegas Yago Gomes e Denivaldo Jardel dentro de uma viatura. O crime ocorreu durante o retorno de uma ocorrência e chocou a comunidade local.
Por que a Polícia Civil de Alagoas pediu a quebra de sigilo telemático?
A Polícia Civil de Alagoas solicitou a quebra de sigilo telemático para acessar, extrair e analisar dados dos celulares de Gildate e das vítimas. Essa medida é considerada essencial para esclarecer as circunstâncias do crime.
Quem está supervisionando a investigação do caso?
A investigação do caso está sob a supervisão de uma comissão de delegados, incluindo Eduardo Mero, Antônio Carlos Lessa, Sidney Tenório e Flávio Dutra. Eles estão trabalhando para esclarecer os detalhes do duplo homicídio.
Qual foi a repercussão do crime na comunidade e na corporação?
O crime impactou profundamente as famílias das vítimas e a corporação, que está de luto. A Secretaria de Estado de Segurança Pública expressou solidariedade às famílias e a comunidade local está em choque, refletindo sobre a segurança dos profissionais de segurança pública.
O que a Polícia Científica e o IML estão fazendo em relação ao caso?
A Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar a perícia no local do crime. Essas investigações são fundamentais para coletar evidências e esclarecer os fatos relacionados ao duplo homicídio.


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