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Um ano após morte de empresário em Interlagos, polícia ainda investiga crime

Adalberto Júnior foi encontrado morto em buraco; investigação permanece sem respostas.

G1 — Brasil
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Um ano após morte de empresário em Interlagos, polícia ainda investiga crime
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Em resumo

O que aconteceu
Adalberto Júnior desapareceu em 30 de maio de 2025 e foi encontrado morto em 3 de junho. A causa da morte foi asfixia, mas a investigação ainda não definiu se foi por esganadura ou compressão torácica.
Onde aconteceu
Autódromo de Interlagos, Zona Sul de São Paulo, SP.
Quem foi afetado
Adalberto era casado e proprietário de uma rede de óticas. Sua morte impactou sua família e gerou comoção na comunidade local.
Impactos
O caso não resolvido levanta questões sobre a segurança no autódromo e a atuação das empresas de vigilância. A falta de respostas também gera angústia entre os familiares e amigos da vítima.
Situação atual
A Polícia Civil continua a investigação, utilizando tecnologia avançada para analisar celulares de testemunhas. Novas audiências estão previstas antes da conclusão do inquérito.

# Um ano após a morte de empresário em Interlagos, polícia ainda investiga crime

Um ano se passou desde a trágica morte de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, um empresário de 35 anos, encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O caso, que ocorreu após um festival de motociclismo, ainda não teve seu autor identificado pela Polícia Civil. A principal linha de investigação sugere que ele pode ter sido assassinado durante uma discussão com um segurança, mas a falta de provas e testemunhas complica o desfecho do caso.

Desaparecimento e descoberta do corpo

Adalberto desapareceu no dia 30 de maio de 2025, após participar de um evento no autódromo. Seu corpo foi encontrado em 3 de junho, em um buraco estreito na área do kartódromo. Ele estava vestido com uma jaqueta e camiseta, mas sem calças nem tênis, o que levanta ainda mais questões sobre as circunstâncias de sua morte.

O laudo pericial da Polícia Técnico-Científica indicou que a causa da morte foi asfixia, mas não definiu se foi por esganadura ou compressão torácica. A principal hipótese do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) é que Adalberto tenha discutido com um segurança, o que pode ter levado ao seu assassinato.

Dificuldades na investigação

A Polícia Civil enfrenta desafios significativos na investigação. A falta de imagens, testemunhas e registros do que ocorreu na noite do desaparecimento torna o caso ainda mais complexo. Segundo a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, "não temos relatos de uma briga, nada. Ele não chega até o carro. Então, tudo isso é intrigante".

A polícia investiga a possível participação de seguranças que trabalhavam no autódromo no dia do evento. Duas empresas de vigilância, Malbork Serviços de Vigilância e Segurança e ESC Fonseccas Segurança Eirelli, estão sob escrutínio. Uma das empresas não incluiu dois nomes na lista de funcionários que estavam presentes durante o festival.

Avanços tecnológicos na investigação

Para tentar avançar na apuração, a Polícia Civil começou a utilizar uma tecnologia israelense que permite extrair dados de celulares bloqueados, recuperar mensagens apagadas do WhatsApp e acessar históricos de localização. Até o momento, foram analisados 15 aparelhos de testemunhas e seguranças que estavam no autódromo quando Adalberto foi visto pela última vez.

Ivalda Aleixo afirmou que a polícia está aguardando um relatório técnico que pode trazer novas informações. Além disso, mais testemunhas ainda precisam ser ouvidas antes da conclusão do inquérito.

Impactos na comunidade e segurança no autódromo

A morte de Adalberto Júnior causou grande comoção entre familiares e amigos, levantando questões sobre a segurança no autódromo de Interlagos. A falta de respostas sobre o crime gera angústia e incerteza na comunidade local. A situação também levanta preocupações sobre a atuação das empresas de vigilância que operam em eventos de grande porte, como mencionado em Polícia Civil realiza operações contra ofensas a vereadores em SP.

O caso de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior continua sem solução, e a expectativa é que novas evidências possam surgir em breve, trazendo um desfecho para essa tragédia que abalou a região. Além disso, a situação atual da segurança em eventos é um tema recorrente, como demonstrado em Classificação de PCC e CV como terroristas impacta eleição em SP.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com Adalberto Amarilio dos Santos Júnior?

Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, um empresário de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, um ano após seu desaparecimento. A causa da morte foi identificada como asfixia, e a principal linha de investigação sugere que ele pode ter sido assassinado durante uma discussão com um segurança.

Quais são os principais desafios na investigação do caso?

A investigação enfrenta dificuldades significativas devido à falta de imagens, testemunhas e registros do que ocorreu na noite do desaparecimento de Adalberto. A diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, destacou que não há relatos de brigas e que a situação é intrigante.

Qual tecnologia a polícia está utilizando para investigar o caso?

A Polícia Civil começou a usar uma tecnologia israelense que permite extrair dados de celulares bloqueados, recuperar mensagens apagadas do WhatsApp e acessar históricos de localização. Até agora, 15 aparelhos de testemunhas e seguranças foram analisados.

O que a polícia sabe sobre os seguranças que estavam no evento?

A polícia investiga a possível participação de seguranças que trabalhavam no autódromo durante o festival. Duas empresas de vigilância estão sob escrutínio, e uma delas não incluiu dois nomes na lista de funcionários presentes no dia do evento.

Quando e onde o corpo de Adalberto foi encontrado?

O corpo de Adalberto foi encontrado em 3 de junho de 2025, em um buraco estreito na área do kartódromo do Autódromo de Interlagos, após ele ter desaparecido no dia 30 de maio de 2025.

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