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Familiares lamentam morte de pedreiro em ação da PM em São Gonçalo

Edivan Felipe de Assis, de 41 anos, foi velado após ser confundido com criminoso

G1 — Brasil
📍 Amazonas
Familiares lamentam morte de pedreiro em ação da PM em São Gonçalo
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Em resumo

O que aconteceu
Edivan Felipe de Assis foi morto pela PM em São Gonçalo, confundido com um criminoso. O caso ocorreu durante uma ação policial na manhã de quarta-feira (27).
Onde aconteceu
São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Quem foi afetado
Edivan deixa um neto de três meses, enquanto Marcelo da Cruz Silva deixa esposa e filha. Ambos eram trabalhadores e estavam a caminho de uma obra.
Impactos
As mortes geraram protestos na comunidade e levantaram questões sobre a atuação da Polícia Militar. A população clama por maior transparência nas investigações.
Situação atual
A Polícia Civil investiga o caso e aguarda imagens de câmeras que podem esclarecer os fatos. Três policiais foram afastados enquanto as apurações estão em andamento.

# Familiares lamentam morte de pedreiro em ação da PM em São Gonçalo

O pedreiro Edivan Felipe de Assis, de 41 anos, foi morto pela Polícia Militar em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O caso ocorreu na manhã de quarta-feira, 27 de setembro, e gerou grande comoção na comunidade. Edivan é o segundo trabalhador a perder a vida em uma ação policial na região, o que levanta questões sobre a atuação da PM.

O que aconteceu

Edivan e outro pedreiro, Marcelo da Cruz Silva, também de 41 anos, foram baleados durante uma operação policial. Os agentes alegaram que confundiram um tripé de medição, que estava com Edivan, com uma arma. Testemunhas afirmam que não houve aviso antes dos disparos, que ocorreram enquanto os pedreiros se dirigiam ao trabalho.

  • Edivan deixa um neto de três meses.
  • Marcelo deixa esposa e filha.
  • Ambos eram trabalhadores e estavam indo para uma obra.

Os familiares de Edivan realizaram o velório no Cemitério São Miguel, onde clamaram por justiça. A dor da perda foi compartilhada por parentes e amigos, que exigem esclarecimentos sobre a situação.

Reações da comunidade

A morte dos pedreiros gerou revolta na comunidade local. Moradores relataram que os disparos ocorreram entre 7h e 7h30, quando os homens estavam a caminho do trabalho. Uma testemunha contou que viu Edivan e Marcelo momentos antes de serem baleados, afirmando que não houve qualquer aviso por parte da polícia antes dos tiros.

"Eles passaram por mim, me cumprimentaram, deram bom dia. Não teve voz de prisão, não teve pedido para parar. Eles simplesmente atiraram", disse a testemunha.

A Polícia Civil já está investigando o caso, aguardando imagens de câmeras que possam ajudar a esclarecer os fatos. Três policiais foram afastados enquanto as apurações estão em andamento, conforme reportado em PM afasta agentes envolvidos na morte de pedreiros em São Gonçalo.

O impacto das mortes

As mortes de Edivan e Marcelo levantam questões sérias sobre a atuação da Polícia Militar e a segurança pública no Brasil. A comunidade exige uma resposta clara e transparente sobre o que realmente ocorreu durante a ação policial. A viúva de Marcelo afirmou que não recebeu qualquer contato de representantes do governo após a tragédia.

"Meu primo saiu para trabalhar e foi morto de maneira covarde. Ele não era bandido", lamentou uma prima de Edivan, que pediu justiça para os dois trabalhadores.

A PM emitiu uma nota lamentando as mortes e afirmando que está colaborando com as investigações. "A corporação preza pela transparência de suas ações", diz a nota.

Conclusão

O caso de Edivan e Marcelo é mais uma tragédia que evidencia a necessidade de uma revisão nas práticas policiais no Brasil. A pressão da comunidade e a busca por justiça são fundamentais para que casos como esse não se repitam. A população clama por mais segurança e respeito à vida, enquanto aguarda respostas sobre o que realmente aconteceu naquela manhã fatídica em São Gonçalo. Para mais detalhes sobre o caso, veja a matéria sobre PMs em São Gonçalo alegam confusão em caso de pedreiros mortos.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com Edivan Felipe de Assis?

Edivan Felipe de Assis, um pedreiro de 41 anos, foi morto pela Polícia Militar em São Gonçalo durante uma operação. Ele e outro pedreiro, Marcelo da Cruz Silva, foram baleados após os agentes confundirem um tripé de medição com uma arma.

Quais foram as circunstâncias da morte dos pedreiros?

Os pedreiros estavam a caminho do trabalho quando foram baleados. Testemunhas afirmam que não houve aviso antes dos disparos, que ocorreram entre 7h e 7h30 da manhã.

Como a comunidade reagiu à morte dos pedreiros?

A morte de Edivan e Marcelo gerou revolta na comunidade local, que clama por justiça e esclarecimentos sobre a ação policial. Os familiares realizaram o velório e exigem respostas sobre o ocorrido.

O que a Polícia Civil está fazendo em relação ao caso?

A Polícia Civil está investigando o caso e aguardando imagens de câmeras que possam ajudar a esclarecer os fatos. Três policiais envolvidos foram afastados enquanto as apurações estão em andamento.

Qual é a repercussão das mortes na segurança pública no Brasil?

As mortes levantam questões sérias sobre a atuação da Polícia Militar e a segurança pública no Brasil. A comunidade exige uma resposta clara e transparente sobre o que realmente ocorreu durante a ação policial.

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