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PMs em São Gonçalo alegam confusão em caso de pedreiros mortos

Câmeras corporais descarregadas e neblina foram citadas pelos policiais

G1 — Brasil
📍 Amazonas
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Em resumo

O que aconteceu
Dois pedreiros foram mortos por policiais militares em São Gonçalo. Os PMs alegaram confusão entre uma régua de pedreiro e uma arma.
Onde aconteceu
Jardim Catarina, São Gonçalo, Rio de Janeiro.
Quem foi afetado
As vítimas, Marcelo da Cruz Silva e Edivan Felipe de Assis, deixaram familiares enlutados. A comunidade local está em choque.
Impactos
As mortes geraram indignação e pedidos por justiça na região. A PM foi criticada pela falta de comunicação com as famílias das vítimas.
Situação atual
A Delegacia de Homicídios investiga o caso e aguarda as imagens das câmeras corporais. Três policiais foram afastados das atividades externas.

# PMs em São Gonçalo alegam confusão em caso de pedreiros mortos

Na manhã de quarta-feira (27), dois pedreiros foram mortos por policiais militares em São Gonçalo, Rio de Janeiro. Os PMs alegaram que as câmeras corporais estavam descarregadas e que a forte neblina dificultou a visão no momento do incidente. Em depoimento, os agentes admitiram ter confundido uma régua de pedreiro com uma arma, gerando indignação na comunidade local.

O Caso

As vítimas, Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, foram baleados quando saíam de casa para trabalhar. A Polícia Civil já iniciou uma investigação e aguarda as imagens das câmeras corporais para esclarecer os fatos. Três policiais foram afastados das atividades externas enquanto o caso é apurado.

  • Data do incidente: 27 de setembro de 2023
  • Local: Jardim Catarina, São Gonçalo
  • Vítimas: Marcelo e Edivan

Os corpos de Marcelo e Edivan foram sepultados em dias consecutivos, gerando um clima de luto e revolta na comunidade. A viúva de Marcelo lamentou a falta de apoio do governo e a ausência de representantes que se pronunciassem sobre o caso.

Testemunhas Relatam

Um morador que presenciou os momentos que antecederam os disparos relatou à polícia que viu os pedreiros saindo de casa, cumprimentando-o. Ele afirmou que a régua de pedreiro que estava com eles poderia ser facilmente confundida com uma arma.

O testemunho revela um cenário preocupante:

  • Sem aviso: Não houve qualquer ordem de parada ou voz de prisão antes dos disparos.
  • Disparos intensos: O morador descreveu que ouviu uma rajada de tiros logo após os pedreiros passarem por ele.

A perícia encontrou a régua de pedreiro a cerca de 150 metros dos corpos, reforçando a confusão dos policiais sobre a situação. A prima de Edivan expressou sua indignação, afirmando que ele não era um criminoso e que morreu de forma covarde.

Reação da Polícia Militar

A Polícia Militar se pronunciou sobre o caso, lamentando as mortes e afirmando que está colaborando com as investigações. A corporação ressaltou a importância da transparência nas ações policiais e se comprometeu a fornecer todas as informações necessárias para esclarecer o ocorrido.

A comunidade de Jardim Catarina está em choque e pede justiça. As mortes de Marcelo e Edivan levantam questões sobre a atuação policial e a necessidade de maior cuidado e responsabilidade nas operações.

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) continua a investigação, e a sociedade aguarda respostas sobre este trágico incidente.

O que esperar?

As investigações estão em andamento, e a expectativa é que as imagens das câmeras corporais ajudem a elucidar os fatos. A pressão da comunidade e a busca por justiça são fundamentais para que casos como este não se repitam. A sociedade brasileira clama por mais segurança e respeito à vida, especialmente em situações envolvendo a atuação da polícia.

Acompanhe as atualizações sobre este caso e outros acontecimentos relevantes no Brasil. Fique atento às notícias e busque informações em fontes confiáveis para entender o que está em jogo nesta situação crítica.

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2. "PM afasta agentes envolvidos na morte de pedreiros em São Gonçalo" — Resumo: A Polícia Militar do Rio de Janeiro afastou os agentes envolvidos na morte de dois pedreiros na comunidade Jardim Catarina.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com os pedreiros em São Gonçalo?

Dois pedreiros, Marcelo da Cruz Silva e Edivan Felipe de Assis, foram mortos por policiais militares em São Gonçalo, Rio de Janeiro, em 27 de setembro de 2023. Os PMs alegaram confusão ao confundir uma régua de pedreiro com uma arma.

Quais foram as circunstâncias do incidente?

Os pedreiros foram baleados quando saíam de casa para trabalhar, sem qualquer aviso ou ordem de parada. A polícia admitiu que as câmeras corporais estavam descarregadas e que a neblina dificultou a visão.

Como a comunidade reagiu ao caso?

A comunidade de Jardim Catarina está em choque e pede justiça. As mortes geraram um clima de luto e revolta, com a viúva de Marcelo lamentando a falta de apoio do governo.

O que a Polícia Militar disse sobre o incidente?

A Polícia Militar lamentou as mortes e afirmou que está colaborando com as investigações. A corporação ressaltou a importância da transparência nas ações policiais e se comprometeu a fornecer informações para esclarecer o ocorrido.

O que a investigação está fazendo atualmente?

A Polícia Civil iniciou uma investigação e aguarda as imagens das câmeras corporais para esclarecer os fatos. Três policiais foram afastados das atividades externas enquanto o caso é apurado.

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